Nós somos a indústria automotiva brasileira. Uma indústria construída ao longo de décadas, com investimento, tecnologia, trabalho qualificado e compromisso com o país.
Aqui, produzir nunca foi apenas montar. Produzir é desenvolver fornecedores, formar engenheiros, gerar empregos de qualidade, inovar, pagar impostos e movimentar a economia em todas as regiões do país.
Apostamos no Brasil porque acreditamos no Brasil. Sabemos que o mundo mudou. A transição tecnológica é real, urgente e necessária. Estamos preparados para ela. Vamos seguir investindo em novas tecnologias, em sustentabilidade e em inovação.
O que defendemos é simples: previsibilidade, equilíbrio e regras isonômicas para todos.
O incentivo à importação de kits para a fabricação de veículos em alto volume no país pode parecer uma solução vantajosa no curto prazo, mas não constrói uma indústria forte. Modelos produtivos simplificados não desenvolvem cadeias locais, não geram o mesmo nível de empregos e não deixam o mesmo valor no país. E, no longo prazo, fragilizam aquilo que levou décadas para ser construído.
Somos a favor da concorrência sem distorções e com coerência regulatória.
Cada decisão tomada hoje molda a indústria que teremos amanhã: uma indústria mais simples, dependente e menos integrada ou uma indústria moderna, inovadora, competitiva e capaz de sustentar o desenvolvimento nacional.
Hoje, o setor automotivo representa 20% do PIB industrial brasileiro e gera 1,3 milhão de empregos. Queremos ser mais para o país e não reduzir nossa contribuição.
Defender a produção local não é olhar para o passado. É escolher um futuro no qual a nossa indústria automotiva evolua gerando mais empregos, mais tecnologia, mais renda e mais riqueza para o Brasil.
Nós seguimos aqui. Produzindo. Investindo. Acreditando. E defendendo uma indústria automotiva forte, justa e sustentável para o país e para os brasileiros.
Modelo de montagem em que o veículo é importado quase pronto, em grandes conjuntos, com uma montagem local mais simples e menor complexidade industrial.
Modelo de montagem em que o veículo é importado totalmente desmontado e passa por mais etapas produtivas no país de destino, como soldagem, pintura e integração de componentes.
Processo industrial que envolve todas as etapas de fabricação do veículo no país, incluindo engenharia, soldagem, pintura, montagem final e ampla utilização de fornecedores locais.
Conjunto de empresas e atividades envolvidas na produção de veículos, incluindo montadoras, fabricantes de autopeças, fornecedores de serviços, logística e distribuição.
Componentes e sistemas utilizados na fabricação de veículos, como motores, sistemas elétricos, suspensão, freios, carroceria, entre outros.
Conjunto de medidas e diretrizes adotadas pelo governo para incentivar o desenvolvimento da indústria, promover investimentos, inovação, geração de empregos e competitividade.
Programa de política industrial lançado em 2012 com foco na modernização da indústria automotiva brasileira, incentivo à inovação, eficiência energética, segurança veicular e aumento da produção local.
Regime automotivo instituído em 2018 para promover investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de estimular a competitividade, a segurança e a eficiência dos veículos produzidos no Brasil.
Programa lançado em 2024 com foco na descarbonização, inovação tecnológica e sustentabilidade da indústria automotiva, prevendo investimentos de longo prazo em modernização produtiva, eletrificação e pesquisa e desenvolvimento.
Estabilidade e clareza nas regras que orientam o setor, permitindo que empresas planejem investimentos de longo prazo com segurança.
Ambiente de mercado em que todas as empresas competem sob as mesmas regras, sem vantagens artificiais ou distorções regulatórias.
Quantidade de atividades produtivas, empregos, tecnologia e renda geradas dentro do país durante o processo de fabricação.
Processo de adoção de novas tecnologias, como eletrificação, digitalização e soluções sustentáveis, na indústria automotiva.
Veículos que utilizam sistemas elétricos ou híbridos para propulsão, reduzindo ou eliminando o uso de combustíveis fósseis.
Recursos aplicados em fábricas, equipamentos, pesquisa, desenvolvimento e capacitação de mão de obra.
Valor de impostos recolhidos pelo governo a partir das atividades econômicas, como produção, vendas e folha de pagamento.
Clique nos botões abaixo para acessar os materiais.
Não. CKD e SKD são modelos de montagem utilizados historicamente por diversas montadoras em diferentes países, inclusive no Brasil. O ponto central do debate não é a existência desses modelos, mas a importação em alto volume com imposto a zero, que pode gerar distorções na concorrência e impactos relevantes para a indústria nacional.
Não. A indústria automotiva brasileira sempre conviveu com a chegada de novos fabricantes de diferentes países. O que o setor defende é que todos concorram sob as mesmas regras, com previsibilidade regulatória e sem assimetrias que prejudiquem quem investe, produz e gera empregos no país.
Não. Embora envolvam algum nível de montagem local, CKD e SKD não têm a mesma complexidade produtiva da fabricação completa. Esses modelos utilizam menos etapas industriais, menor participação da cadeia de fornecedores locais e geram impactos diferentes em emprego, tecnologia e valor agregado.
Não. A indústria automotiva brasileira apoia e participa da transição tecnológica e ambiental. O setor vem investindo em eletrificação, inovação e sustentabilidade. E os resultados já aparecem: veículos produzidos no Brasil representaram 25% das vendas de eletrificados em 2025 O debate sobre CKD e SKD não é sobre o tipo de tecnologia, mas sobre o modelo de produção e suas consequências para o desenvolvimento industrial do país.
A Anfavea defende que a política industrial deve garantir previsibilidade, concorrência justa e fortalecimento da produção local. A renovação de cotas em alto volume, especialmente com incentivos, pode desestimular investimentos, reduzir empregos e fragilizar a cadeia automotiva nacional.
Eles podem reduzir a demanda por autopeças locais, diminuir a geração de empregos qualificados, afetar a arrecadação tributária e enfraquecer o desenvolvimento tecnológico da indústria nacional.
Sim. A indústria automotiva brasileira tem histórico consistente de investimentos em modernização, pesquisa, desenvolvimento e inovação, contribuindo para o fortalecimento da economia e da base industrial do país. Com a publicação do Mover, as fabricantes anunciaram R$ 140 bilhões em investimentos até 2033, um recorde.
Significa ter regras claras, estáveis e coerentes ao longo do tempo. Isso permite que as empresas planejem investimentos de longo prazo, desenvolvam fornecedores locais e mantenham a competitividade da indústria.
Informar, esclarecer e contribuir para um debate qualificado e transparente sobre política industrial, desenvolvimento econômico e o futuro da indústria automotiva brasileira.