Comunicado importante: ARLA 32

 

Alertamos todos os proprietários de veículos a diesel (caminhões e ônibus) com a tecnologia correspondente à fase P7 do PROCONVE: a alteração das características originais do veículo por meio de modificações de software ou a instalação de dispositivos, botões, chaves, sensores ou qualquer outro equipamento com a finalidade de burlar os sistemas de controle do ARLA 32, gera a perda de garantia do veículo, além de constituir ilícito ambiental. Clique aqui para ver o comunicado na íntegra

 

Combustíveis Renováveis

 

Biodiesel

 

O Programa Brasileiro de Biodiesel, além dos seus objetivos sociais, visa implementar o uso de biocombustíveis na matriz energética nacional substituindo parte do diesel automotivo por este combustível renovável. Desde 2004 a ANFAVEA vem apoiando o Programa Brasileiro de Biodiesel. A utilização da mistura biodiesel com óleo diesel segue a especificação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.

 

Etanol

 

A história do uso do etanol no cenário nacional ganhou expressão na década de 70, com o surgimento do Programa Proálcool para estimular a produção de veículos movidos por este combustível renovável. A experiência acumulada nas últimas décadas permitiu o completo domínio sobre o processo produtivo da cana-de-açúcar e também da tecnologia de processamento do etanol com altos índices de excelência, competitividade e aplicação. Essa evolução, aliada aos avanços da engenharia nacional, possibilitaram a criação, em 2003, do verdadeiro veículo flex, que tem como principal característica aceitar qualquer proporção de mistura entre gasolina e etanol. É a engenharia brasileira desenvolvendo tecnologia veicular e ambiental.

 

Emissões

 

Adicionalmente às exigências da Instrução Normativa IBAMA nº 127/2006, que estabelece a divulgação nas páginas oficiais da Rede Mundial de Computadores dos fabricantes dos valores declarados de ruído na condição parado e do índice de fumaça em aceleração livre para motores diesel, os fabricantes de veículos automotores divulgam com caráter informativo, a seguir, dados complementares de emissões de veículos em comercialização no Brasil. Para compreender os resultados divulgados recomenda-se observar as notas técnicas dos itens relativos aos veículos leves e veículos pesados.

 

Veículos leves

 

  1. Os valores de emissões informados nas tabelas são os da homologação, pelo IBAMA, dos veículos leves em comercialização no Brasil, e consideram a deterioração de 80.000 quilômetros de uso, conforme fatores estabelecidos pelo CONAMA, na Resolução nº 14/1995 e, pelo IBAMA, na Instrução Normativa nº  28/2002.
  2. A publicação dos valores de emissões tem caráter informativo; recomenda-se  não comparar os modelos de veículos, tendo em conta a complexa ponderação dos gases de escapamento emitidos pelos veículos e os fatores de deterioração utilizados na homologação.
  3. Os valores informados são relativos aos veículos homologados conforme limites de emissões da Fase L5 do PROCONVE, segundo Resolução CONAMA nº  315/2002, vigentes a partir de 1/1/2009.
  4. No caso do dióxido de carbono CO2, um dos gases de efeito estufa, o uso de etanol combustível reduz seu efeito na natureza, uma vez que o ciclo da lavoura canavieira no Brasil compensam a emissão desse gás.
  5. Os valores de CO2 informados referem-se aos obtidos no ciclo urbano, conforme procedimento descrito na Norma ABNT NBR 6601. Referidos valores não admitem comparação com resultados europeus, em virtude da diferença de procedimentos de testes e combustíveis.
  6. Para  veículos Flex são informados os valores de emissões relativos ao uso de etanol e de gasolina.
  7. As informações apresentadas referem-se a veículos cujo volume comercializado é superior a 2.000 unidades/ano.

 

Veículos pesados diesel

 

  1. Para veículos a diesel, os fabricantes declaram para fins de inspeção os valores de opacidade em aceleração livre segundo Norma ABNT NBR 13037 e o valor de fiscalização de emissão de ruído na condição “parado” segundo Norma ABNT NBR 9714.
  2. Os valores são parâmetros para inspeção e não indicam emissões dos veículos em condições dinâmicas, conforme estabelecido na Resolução CONAMA nº 16/1995 e na Resolução CONAMA nº 01/1993.

 

Nota geral

 

Os modelos constantes das tabelas referem-se somente aos veículos produzidos ou importados pelas associadas da ANFAVEA. Estas informações serão atualizadas bimestralmente. (início: 09/12/2009)

Os dados que integram a presente informação foram fornecidos por nossas associadas e estão sujeitos a revisão.

 

EMISSÕES CICLO OTTO

 

AGRALE | BMW GROUP | FIAT | FORD | GENERAL MOTORS | HONDA | HYUNDAI | CAOA

IVECO | MERCEDES-BENZ | MITSUBISHI | NISSAN | PEUGEOT CITROËN | RENAULT

SCANIA | TOYOTA | VOLKSWAGEN | MAN | VOLVO

 

EMISSÕES CICLO DIESEL

 

AGRALE | DAF | FIAT | FORD | GENERAL MOTORS | HONDA | HYUNDAI | CAOA

INTERNATIONAL | IVECO | MERCEDES-BENZ | MITSUBISHI | NISSAN

PEUGEOT CITROËN | RENAULT | SCANIA | SHACMAN | TOYOTA

VOLKSWAGEN | MAN | VOLVO

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